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Professores da UFPB entram em greve

Movimento grevista começou nesta segunda-feira (3) em todos os campi da instituição. Professores de todos os campi da Universidade Federal da Paraíba entraram em greve nesta segunda-feira (3). A paralisação acontece por tempo indeterminado, segundo confirmou a Associação dos Docentes da UFPB (ADUFPB).

Participaram das reuniões para definição do movimento grevista, em todos os campi, um total de 207 professores e professoras, sendo 172 em João Pessoa, 18 em Areia e 17 em Bananeiras.

Já a votação final chegou a 167 votos favoráveis, 38 contrários e duas abstenções.

Servidores de universidades federais de todo o Brasil se organizam em um movimento grevista, que abrange a maioria dos estados.

Na Paraíba, a novidade é que os professores da UFPB decidiram entrar em greve. Já os servidores técnico-administrativos da UFPB e UFCG seguem a suspensão de atividades que começou no dia 11 de março.

Além disso, os professores e servidores técnico-administrativos do IFPB também paralisaram as atividades. O movimento no instituto começou nesta segunda-feira (3).

movimento, organizado pelo Sindicato Dos Trabalhadores em Ensino Superior do Estado da Paraíba (Sintesp-PB), tem o objetivo de pressionar o Governo Federal para oferecer um reajuste salarial para 2024 e promover melhorias no Plano de Cargos e Carreiras dos Técnicos Administrativos em Educação-PCCTAE.

A paralisação, conforme o sindicato, é motivado pela falta de avanço do projeto de reestruturação do plano de cargos e carreira técnico-administrativos.

A UFPB se pronunciou em apoio à reivindicação de restruturação da carreira dos Técnicos Administrativos em Educação (TAEs). No entanto, esclarece que as exigências da categoria dependem do Governo Federal e não da própria universidade. O sindicato ainda não informou previsão sobre a duração da greve.

A instituição também emitiu uma instrução normativa determinado que cada setor envie diariamente, por meio de formulário, quais são os funcionários que aderiram à paralisação. Esses dias serão descontados dos salários.

A paralisação está de acordo com a data indicada pela Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Educação das Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra) para a deflagração do movimento grevista em todo o país.

Greve na UFCG

Os servidores da UFCG (Universidade Federal de Campina Grande) também entraram em greve também no dia 11 de março.

Segundo o presidente do Sintesuf (Sindicato dos Servidores da UFCG), Mário Victor, a proposta de greve da categoria é uma orientação da Fasubra (Federação dos Servidores) e é motivada pela falta de avanço de negociações sobre reajuste salarial com o Governo Federal.

O Comando de Greve dos servidores da UFCG se reuniu com o reitor da universidade, o professor Antônio Fernandes Filho. Segundo o sindicato, o funcionamento de 30% das atividades essenciais em todos os campi ficou acordado com a reitoria, que considera justo o movimento dos servidores e deixou aberto o diálogo com a representação da categoria. O sindicato não informou previsão para o término da paralisação.

Greve no IFPB

A greve no IFPB (Instituto Federal da Paraíba) começou nesta segunda-feira (3). Com isso, professores e servidores técnico-administrativos paralisaram as atividades por tempo indeterminado. O indicativo de greve no IFPB foi aprovado no último dia 26 de março em uma assembleia, que aconteceu no campus de João Pessoa. Nessa reunião, a adoção do movimento grevista teve 263 votos favoráveis, 15 contrários e 6 abstenções.

A greve no IFPB foi aprovada para todos os campi:

  • Areia
  • Cabedelo
  • Cabedelo (Centro)
  • Cajazeiras
  • Campina Grande
  • Catolé do Rocha
  • Esperança
  • Guarabira
  • Itabaiana
  • Itaporanga
  • João Pessoa
  • Mangabeira
  • Monteiro
  • Patos
  • Pedra de Fogo
  • Picuí
  • Princesa Isabel
  • Santa Luzia
  • Santa Rita
  • Soledade
  • Sousa

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica da Paraíba (SINTEFPB), as medidas que devem assegurar a manutenção de serviços essenciais e a quantidade serão definidas apenas após a formação do comando de greve e uma conversa com reitoria da instituição.

A categoria tem as seguintes reivindicações:

  • Reestruturação de carreiras de técnicos e professores;
  • Recomposição salarial, sendo de 34,32% para técnicos e 22,71% para professores;
  • Revogação de algumas normas;
  • Recomposição do orçamento;
  • Reajuste imediato dos auxílios e bolsas dos estudantes;
  • Código de vagas e concurso imediato para técnicos e professores.

Em nota, na época da aprovação do indicativo de greve, a reitoria do IFPB informou que respeita o indicativo de greve e reconhece a legitimidade das reivindicações. Por outro lado, também se preocupa com os efeitos de uma greve para os estudantes. Por fim, garante que manterá um canal de negociação e diálogo.

O escritório Thiago Menezes atua em causas previdênciarias, auxílio por incapacidade temporária, auxílio-acidente, aposentadoria, pensão por morte ou auxílio-reclusão da Previdência Social e semelhantes.

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