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Leilão de Arroz: Secretário da Agricultura entrega o cargo após crise

O presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edegar Pretto, confirmou nesta terça-feira (11) o cancelamento do leilão para a compra de arroz importado. Segundo afirmou, empresas vencedoras poderiam não ter capacidade técnica e financeira para honrar os compromissos". Um novo leilão será realizado, mas ainda não há data.

A saída ocorre em meio a uma suspeita de conflito de interesse após as empresas de um ex-assessor do secretário intermediarem a compra do cereal no leilão. O caso foi revelado pelo portal Agrolink. Além disso, o ex-assessor foi sócio do filho de Geller.

“Hoje pela manhã, o secretário Neri Geller me comunicou, ele fez uma ponderação que quando o filho dele estabeleceu sociedade com esta corretora de Mato Grosso, ele não era secretário de política agrícola e, portanto, não tinha conflito ali”, afirmou o ministro Fávaro.

Na segunda, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) enviou um ofício à Bolsa de Cereais e Mercadorias de Londrina (BCML) e à Bolsa de Mercadorias do Mato Grosso (BMT), que intermediaram a compra, para que fizessem a comprovação de sua capacidade técnica e financeira.

O governo federal anunciou nesta terça-feira (11) que decidiu anular o leilão realizado na semana passada para a compra de 263 mil toneladas de arroz importado, após fragilidades nas companhias vencedoras do certame. A informação é do presidente da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), Edegar Pretto, que disse que as empresas vencedoras do leilão não tinham capacidade técnica e financeira para ter participado do ato.

“Vamos fazer um novo leilão e, quem sabe, em outros modelos, a fim de ter as garantias de que vamos contratar empresas que tenham as capacidades técnicas e financeiras”, acrescentou o presidente da Conab. Agora, o órgão vai contar com a parceria da Controladoria-Geral da União e da Advocacia-Geral da União.

O leilão foi realizado no início deste mês. De acordo com a Conab, foram comercializadas 263,3 mil toneladas do produto, o que representa 88% do volume estimado inicialmente. O valor movimentado no leilão foi de R$ 1,3 bilhão. Os lotes arrematados tiveram preço mínimo de R$ 4,98 e máximo de R$ 5 por quilo. Depois, o produto seria distribuído para 21 estados do país.

De acordo com o presidente da Conab, por enquanto, não há data definida para o novo leilão.

O escritório Thiago Menezes atua em causas previdênciarias, auxílio por incapacidade temporária, auxílio-acidente, aposentadoria, pensão por morte ou auxílio-reclusão da Previdência Social e semelhantes.

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Email: thiago.jurista@gmail.com

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